domingo, 28 de agosto de 2011




O amor é um veneno que nos corrói até às entranhas. É um veneno que fazemos questão de não deixar, um veneno que mata a nossa vontade de nos darmos, embora pareça que nos traz mais sentido à vida. É algo que nos faz querer mais e mais alguém, que nos faz entregar o nosso coração e deixá-lo nas mãos, por muitas vezes brutas, de alguém que, como tal, o espremem até não mais poderem, até nós nos convencermos do que está realmente a acontecer-nos. Mas um dia, o limite é ultrapassado, não dá para aguentar mais a indiferença, a falta da importância que não nos é dada. Começamos a ficar fora do efeito desta substância e a ver o que realmente acontece. Chega o dia em que queremos ser valorizadas e ser felizes, queremos voltar a ter o que, no inicio desta dependência, nos era dado sem limites. Damos tudo o que podemos e que não podemos para que exista um “nós”, e não um “tu” e um “eu”, mas, se apenas um dos constituintes do futuro nós o fizer, não existem resultados, a experiência revela-se infrutífera e sem qualquer tipo de objectivo atingido. Chega a altura em que queremos ter conforto sem ser em forma de agradecimento ou de favor. Queremos ser aceites pelo que somos e como somos. Aí, levantamo-nos a todo o custo depois de toda as batalhas, depois de todas as dificuldades, depois de todas as lágrimas derramadas e gritamos: “Vou ser feliz, e tu não vais impedir-me!

10 comentários:

Sofia Moreira disse...

adorei :)

cats disse...

de nada. adoreeei!

Sofia Moreira disse...

oh ainda bem :)

diana $: disse...

adoro o texto *--*
e nao tens que agradecer !

simple writer disse...

sem dúvida que vais ser feliz :D sabes adoro esta musica que aqui tens : )
e quanto aos meus comentários, qualquer coisa estou aqui.

Débora disse...

gostei imenso :)

Débora disse...

gostei imenso :)

Débora disse...

gostei imenso :)

PauloSilva disse...

Concordo. Concordoo!

sofia disse...

muito obrigada querida *-*
adorei o post.